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Entrevista com a banda Comedy


TBN - Primeiro apresenta pra gente a formação da banda e suas funções :)
Comedy -  A banda é composta por:
  Rodrigo Fontoura de Oliveira - Bateria
  Maurício Blum - Guitarra
  Felipe Camargo - Vocal
  Lubs - Baixo

TBN - Por que escolheram esse nome para a banda?
Comedy - A ideia sempre foi se divertir com o que gostamos, fazendo graça dos dramas do nosso cotidiano.

TBN - De onde vocês são? Quando surgiu e por quantas formações a banda passou?
Comedy - Somos de Canoas e Sapucaia do Sul, a banda surgiu depois de que Felipe Camargo compôs a música " Meu vício" e convidou Guedes e Mauricio para montar uma banda,sendo a primeira formação com Guedes na bateria, Mauricio na guitarra e Felipe no vocal e no baixo. No final do 2011 Guedes não conseguiu manter a banda por questões de compromissos pessoais, estudos e trabalho. Então Felipe Convidou seu antigo companheiro Digo para tocar bateria e para ter uma liberdade maior no palco, resolveu abandonar o baixo e apenas cantar, assim foi convidado o baixista Lubs.

TBN - Qual o diferencial da banda?
Comedy - Acreditamos em nós mesmos e na sinceridade com que passamos aquilo que estamos sentindo.
Ps.: Temos 2 pickles, temos 2 pickles hey hey

TBN - Tem alguma música preferida ou polêmica?
Comedy - Cada um tem sua música preferida, tipo Felipe é 'Milionário', Mauricio é 'Peculiar' e o Digo e o Lubs é 'Destino'. Não temos uma polêmica, mas 'Milionário' que é uma resposta pra aquelas garotas que tem pensamentos e não vêm o que realmente importa.

TBN - Quem compõe?
Comedy - Todos da banda compõe, normalmente quem chega com o "esqueleto" da música é Maurício Blum e Felipe Camargo, depois o Digo e o lubs vão colocando suas idéias para melhorar a e terminar a musica.

TBN - Vocês tem EP? Clipe?
Comedy - Temos um Ep chamado " Novas idéias, velha identidade" com 7 faixas. Da pra baixar as faixas individualmente pelo nosso site. Quanto ao clipe, estamos trabalhando nele já, logo mais vai estar lindo pra todos assistirem.

TBN - Quais são as influências de vocês? 
Comedy - Influências são bem variados vão de Ultrage a Rigor até Pantera, cada integrante tem sua banda preferida e seu jeito de expor suas ideias.

TBN - Como está sendo 2012 para a Comedy? O que tá rolando de bom? 
Comedy - 2012 ta sendo um ano de muito amadurecimento, com a chegada do Digo e do Lubs, a banda vem numa crescente muito grande, fechando shows importantes, tornando-se mais conhecida do publico gaúcho.

TBN - Quais são os projetos, metas, objetivos...?
Comedy - Um grande objetivo do ano é gravar seu primeiro clipe, estamos trabalhando para isso.

TBN - Vocês já pagaram pra tocar? Qual a opinião da banda sobre isso?
Comedy - A Comedy nunca pagou um real para tocar e acreditamos que nunca será valido, pois o organizador do evento nunca vai beneficiar da forma adequada a banda que pagou, além de que o publico vai considerar uma banda intrusa do show pago.

TBN - Deixem os links, twitter, face... pra galera encontrar vocês. 
Comedy - Felipe - @camargonovocafacebook.com/camargonovocal
Mauricio - @maunaguitarra / facebook.com/maunaguitarra
Lubs - @lubss / facebook.com/lubsz

TBN - Um recado pra galera do TemBandaNova :)
Comedy - ESCUTEM COMEDY GALERA E ESPALHEM PARA O MUNDO! 
 

Fresno fala sobre a saída de baixista: ‘Aqui ninguém tem tempo de ficar se lamentando’

Por Louise Palma
em Multishow

Durante as duas últimas semanas, entre a saída do baixista Rodrigo Tavares e o primeiro show com a nova formação, a Fresno não parou. Entre ensaios e gravações, a banda preparou um novo setlist para os fãs que seguem fiéis a essa nova fase da banda. Com baixos pré-gravados pelo vocalista Lucas Silveira, o (novamente) quarteto se apresentou na última sexta-feira (13), no Rio de Janeiro, misturando canções antigas a músicas do EP “Cemitério das Boas Intenções”, lançado no fim de 2011.

Antes de entrar no palco, a Fresno bateu um papo com o site do Multishow para falar dessa nova fase na carreira, com a volta à cena independente, a nova formação e a gravação dos próximos álbum e DVD. Enquanto o baterista Bell se aquecia para o show e Mário observava os novos companheiros de banda, o (falante) vocalista, Lucas, liderou a entrevista, entremeada por comentários do guitarrista Vavo.

A Fresno começa uma nova fase, tanto com um disco novo quanto com a saída de um dos integrantes. Como está sendo a adaptação sem o Tavares? Como os fãs têm lidado com isso?

Lucas: Adaptação... aqui ninguém tem tempo de ficar se lamentando, quem fica assim são os fãs. Dois dias depois nós já estávamos ensaiando, já tinha coisa para gravar, para fazer, já tinha show para acontecer. A correria nos obriga a não ficar pensando nas coisas, até porque já existiu uma Fresno sem Tavares. Saudosismo é natural e nós lidamos com isso da melhor maneira possível, mas não temos como ficar respondendo a isso. Ficamos quietos e continuamos trabalhando. Esse é o primeiro show dessa nova formação e aproveitamos que tinha que mudar um monte de coisa para mudar o show também, coisa que não fazíamos há muito tempo. O show está todo novo e vamos inaugurar aqui e o mais importante é que o público, que é super fiel, está aí.
Vavo: E não tem como ficar bravo com a banda, não temos culpa. Ele quis sair.
Lucas: Rolou um apoio tanto pra ele, quanto pra gente nessa nova fase. E realmente... Estou doido para que o tempo passe e a vida ande. Estou sempre ansioso pra que as coisas aconteçam de uma vez, às vezes parece que as coisas demoram. O Tavares saiu há dez dias e parece mais. Estou sempre pensando lá na frente.


Vocês reformularam o setlist e, no comunicado sobre a saída do Tavares, prometeram músicas que não tocam há muito tempo. O que os fãs podem esperar?

Vavo: A saída do Tavares impulsionou, de uma forma indireta, a mudança do repertório porque tivemos que ensaiar tudo de novo. Não que tenha relação com a saída dele, mas começa a surgir a ideia: “e que tal se voltarmos com aquela música?”. “Evaporar”, “Cada Poça Dessa Rua”, “Uma Música”, “Polo”... Estão todas ensaiadas. Essa coisa do baixo pré-gravado facilita. Temos mais de 20 baixos lá e antes nós tínhamos 18 músicas ensaiadas.


A Fresno já tocou para públicos enormes, em festivais grandes, mas continua tocando também em lugares menores, que e o caso no show de hoje. Vocês curtem essa proximidade com o público?
 
Lucas: Tocar em lugar pequeno tem essa coisa de você babar no fã e ele te babar de volta (figurativa e literalmente), de sentir o calor dos fãs. Ao mesmo tempo, é legal você entrar em um lugar, como um estádio, e não saber se você está preparado para isso. Os shows menores são especiais. A maioria deles é para duas a três mil pessoas e o mais legal é que são fãs. Se tem um milhão ou 50 fãs, o que importa é que eles pagaram para entrar porque eles gostam de ti, querem te ver tocar.

Em shows assim vocês tem contato com bandas que ainda buscam um espaço na mídia, são mais novas e, possivelmente, têm a Fresno como inspiração. Como é isso para vocês?

Vavo: Já passamos por isso, já abrimos muito show para uma banda maior no final. É tudo um ciclo. Esse público que veio ver a Fresno acaba conhecendo bandas novas e essas bandas que estão aqui possivelmente vão encerrar os festivais depois. Isso fortalece a cena, é uma coisa essencial. Imagina se só tocasse Fresno aqui, teríamos um som mecânico, o publico angustiado porque a banda está demorando.


Desde o último álbum da Fresno, o que inclui o EP “Cemitério de Boas Intenções”, a banda voltou a fazer um som mais pesado e isso vai de encontro à cena do rock nacional,que vive um momento de mistura com a música eletrônica. Como vocês veem essa diferença?

Lucas: Eu acho que as coisas vêm em ondas. No “Redenção” eu já queria enfiar muita coisa eletrônica, mas não chegou a ser dance. “Milonga” mesmo tem uma parte que fica 70% eletrônica, eu sempre gostei disso. Mas acho que esse lance de ser pesado é uma coisa que a gente queria desde o “Redenção”, mas cada estúdio tem seu ‘modus-operandis’ e tudo isso tem um por quê: a rádio manda de volta. Então as músicas já vão prontas e isso deu muito certo durante um tempo pra gente, mas é uma coisa que frustrava bastante. No “Revanche”, nós tivemos uma liberdade muito grande, o Rick (Bonadio, produtor do álbum) nem pisou no estúdio. Ele aprovou o repertório, mas não ficou lá em cima. É um disco que tem músicas pesadas, mas também tem baladas com piano. Esse EP concentra três músicas bem pesadas, mas se tivéssemos guardado essas inéditas para o disco, ele não teria 12 músicas pesadonas. Nele, nós já temos o Lucas Lima, que é nosso amigo de escola. Eu o convidei para participar também do próximo disco e ele me mandou mais de 60 canais de violino gravado por ele e pela Família Lima. Estamos a fim de usar, deixar maior. A referência que eu tenho de rock hoje é Muse, que tem as músicas mega pop, mas tem essa abordagem de “vamos ser um pouquinho mais legal”. Não é porque eu quero fazer um bagulho pra tocar na rádio que eu vou fazer uma música que é fácil pra mim, que eu fiquei só dez minutos pensando na letra. Eu prefiro ficar um mês pensando na letra porque eu vou ter que defender aquilo pro resto da minha vida.


E como está o processo de gravação do novo álbum? Tem previsão de lançamento?

Lucas: Estamos gravando com calma, gravamos uma até agora, “Infinito”. Queremos fazer um CD com dez músicas e lançar entre o meio e o final do ano. O plano era incluir o EP e fazer mais sete ou oito músicas, mas está surgindo tanta música que talvez nem inclua todo esse EP. Até pela saída do Tavares, talvez a gente ponha uma barra divisora e comece daqui pra frente. Mas tá muito em progresso ainda.


Vocês voltaram à cena independente. Como foi a saída de vocês da Universal e como está sendo tomar as rédeas outra vez?

Vavo: A gente saiu no ano passado, super de boa.
Lucas: Foi consenso. Eles disseram que não tinham grana pra investir e que não iam prender a gente. E agora somos mais ou menos independentes, né. É muito fácil ser independente aparecendo na Globo, tocando na rádio e recebendo uma DM do Rodrigo Faro. Essa independência é muito legal. A Fresno transitou no pop que chega a todas as classes, mas nunca perdemos nossos fãs. Tem aqueles que viraram as costas, mas talvez eles não tenham rompido só com a gente. Sempre mantivemos essa coisa de falar direto com o fã, de rede social. Então, conseguimos realmente só ficar somando fãs e simpatizantes, que é o cara que não paga pra ir a um show, mas respeita a banda. Por ter dado uma mordida em um público pop e ter crescido dentro de uma cena que na época foi muito grande, podemos nos dar ao luxo de fazer um show, cobrar nosso cachê, e morar sozinho, comprar nossas guitarras. Ninguém construiu império, mas a gente vive de música e melhor que todos os que começaram com a gente. Ah, não! O NX Zero ficou mais rico! (Risos) Nos sentimos confortáveis assim. Queremos crescer, ganhar dinheiro, fazer umas parcerias fodas? Claro! Mas sem se trair, fazer algo que não seja motivado pelo coração mesmo.

Temos novidades sobre o DVD?

Lucas: Vamos gravar em Porto Alegre no segundo semestre. Independente das negociações, vai ser lá, acho importante que seja lá. Uma coisa que brigamos muito enquanto estávamos na Arsenal é que sempre que falávamos de gravar em Porto Alegre e eles diziam: “Pra quê? Vamos fazer na Via Funchal, que é aqui do lado”. Nós temos essa preocupação com os fãs, com a história de ser uma banda de Porto Alegre e gravar um DVD em Porto Alegre. É um lugar onde qualquer pessoa sabe o que é a Fresno, sabe quem é e onde morou cada um da banda. Rola essa coisa de “esses aí estão levando o nome do Rio Grande do Sul”. Fazia tempo que uma banda do estado não levava o nome do estado pro Brasil e isso para o gaúcho é muito forte porque rola um separatismo na cabeça de cada um, a sensação de que tudo acontece no centro do país. E quando uns caras de Porto Alegre, vencem lá e voltam para a cidade, o que mais se escuta é: “Legal que você tem levado o nome do Rio Grande do Sul”. E rola muito também: “Odeio a tua banda, mas tu tá levando o nome do nosso estado”!

Entrevista com a banda Red Socks

Por Thaysa Costa


TBN - Primeiro, apresenta pra gente a formação da banda e suas funções!
Red Socks - A Red Socks é formada por:
Lívs - Vocal
Loira - Guitarra / vocal
Ellen - Bateria
Manu - Baixo

TBN - Por que escolherem esse nome pra banda?

Livs - Na verdade, quando entrei, há muito tempo atrás, a banda já tinha esse nome. Foi uma brisa de nomes, foram surgindo várias idéias, muita coisa sem noção... Até que saiu meia vermelha e, como em inglês soava melhor, ficou Red Socks.

TBN - Da onde vocês são? Quando surgiu? Por quantas formações a banda passou?

Livs - A banda existe há bastante tempo, quase seis anos. Antes era só motivo pra sair de tarde, ensaiar e se divertir. Todo mundo era da faculdade, era uma bagunça! O tempo foi passando, algumas integrantes foram saindo. A loira entrou na banda em 2008, como segunda guitarra, e em 2009 a outra guitarrista decidiu sair. Então optamos em ficar com uma guitarrista só. Essa formação atual tem quase dois anos. Eu, a Loira e a Ellen somos da zona norte. A Manu é da zona sul, totalmente o extremo hahaha.

TBN - Sempre quiseram ter uma banda só de meninas?

Red Socks - Sim, desde o inicio essa foi a ideia, mas não temos nada contra banda de meninos hahaha

TBN - Rola muito preconceito ainda?

Red Socks - Hoje em dia não muito, acho que a cena evoluiu bastante e o preconceito está cada vez mais ficando de lado. Mas já ouvimos coisas do tipo: ''Vocês tocam igual homem'' ou ''Até que por serem mulheres vocês tocam bem''.

TBN - Qual a música preferida? Tem alguma 'polêmica’? Quem compõe as letras?
Livs - Depende muito, cada uma tem sua preferência. A minha, hoje em dia, e é a PISTA 01. Polêmica? Nas minhas letras não... Mas as que a Loira faz, quase todas têm.
Loira - Então, normalmente quando  componho procuro escrever coisas que me incomodam, acho que a música muitas vezes serve como um desabafo. A letra mais polêmica é a ‘Idai’, fala de aceitação, preconceito e como as pessoas costumam julgar as outras sem motivo. Minha influência vem mudando a cada dia, hahaha, eu cresci ouvindo Punk Rock ao invés de Xuxa, depois passei pro Grunge e agora to ouvindo bandas com vocais melódicos e gritados, com o instrumental mais pesado.

TBN - Vocês tem um ep? Clipe?
Red Socks - Temos um Ep “Queria voltar no tempo só pra te dizer...”.
Foi a nossa primeira experiência em gravar de verdade em estúdio. Gostamos bastante dessa vibe, porém já estamos corrigindo alguns erros, coisa normal pra primeira vez e fazer com que o próximo seja muito melhor (Já estamos pensando no próximo).
Clipe ainda não temos. AINDA! Isso está nos projetos futuros.

TBN - Quais são as influências?
Livs - Foo fighters, Ramones, Gloria, A day to remember, Dead fish. Eu gosto muito de banda de meninas como The donnas, Dominatrix, Hats, Lava. Várias coisas....
Ellen -  Tenho influência mais Heavy Metal, Trash Metal brasileiro, Hard Rock e por aí vai. Cresci ouvindo bandas como Metallica, Sepultura, Iron Maiden, Megadeth, Skid Row, Whitesnake, Faith
Loira - Bullet for My Valentine, The Used, A day to remember, Alice in Chains, Dominatrix, Hole, Gloria e mais uma porrada de coisa.

TBN - O que a banda fez em 2011?
Red Socks - Gravamos nosso primeiro Ep em junho, fizemos muitos shows, alguns muito bons e outros nem tanto, mas todos serviram como experiência, conhecemos várias bandas boas que hoje são parceiras e correm junto. Foi um ano de aprendizado, agora é passar pra prática.

TBN - Como foi fazer o show no Hangar 110 abrindo pra Depois do Fim?

Red Socks - Foi a realização de um sonho, a maioria das bandas tem vontade de tocar no Hangar 110, lá é um pico que passaram as principais bandas do Brasil e algumas de fora também. Realizar esse sonho ao lado de bandas amigas e, principalmente, com a Depois do Fim, realmente não tem o que falar, simplesmente PERFEITO.

TBN - Vocês já pagaram pra tocar? Qual a opinião de vocês sobre isso?
Red Socks - Pagar não, mas já vendemos muitos ingressos. Hoje evitamos ao máximo aceitar shows com cotas absurdas, é um dinheiro que com certeza podemos investir na banda. Fora que rola muita sacanagem, estamos fora disso.

TBN - Quais são os projetos de vocês para o ano de 2012?
Red Socks - Estamos com muitos projetos, vão acontecer algumas mudanças para começar o ano com toda a força possível hahaha.

TBN - Deixem os links/twitter e afins, pra galera encontrar vocês:
myspace.com/bandaredsocks
@bandaredsocks
Facebook Red Socks

@livs_redsocks
@loira_redsocks
@ellen_redsocks
@manu_redsocks

Obrigada pela entrevista e pela oportunidade.

Beijos :D


Entrevista com a banda Infane

Por Thaysa Costa
@thatha_ddf


TBN - Primeiro, apresenta pra gente a formação da banda e suas funções!
Infane - Rafaela, guitarra e voz - @raafa_infane
Jéssica, guitarra - @jess_infane
Felipe Abu, baixo - @felipe_infane
Lucas, bateria - @luc_infane
E somos nossos próprios roadies.

TBN - Por que escolherem esse nova pra banda?
Infane - Não sei! Mas essa pergunta é engraçada.

TBN - Quando surgiu? Por quantas formações a banda passou?
Infane - Surgiu no começo de 2009. A banda passou por três formações, mas tem tudo pra passar pra quarta formação. Vamos ver.

 
TBN
- O que a banda de vocês, tem de diferente?
Infane - Um coelho! Hahaha. Acreditamos que as variações das músicas. Não seguimos um padrão, cada hora temos uma influência diferente. Dá pra variar muito nas composições com isso. Acaba se tornando muito prazeroso fazer dessa forma.
 
TBN
- Qual a música preferida? Tem alguma 'polêmica'?
Infane - Beterraba. Polêmica? Sempre entramos em polêmicas, somos o Oasis do noroeste paulista. Hahaha. Brincadeira. Muitas pessoas não entendem a música Beterraba, acham que falamos sobre um vegetal, mas é um nome fictício. Pode se dizer que é uma letra feminista. Tem toda uma história por trás da letra.

TBN
- Quem compõe as letras?
Infane - Bem diversificado. Todos escrevem, cada música é de um integrante.

TBN - O que a banda fez esse ano?
Infane - Bom... abrimos o show da banda carioca Matanza, aqui na nossa cidade natal, Catanduva. Gravamos duas músicas do nosso segundo álbum (que já estão disponíveis pra quem quiser ouvir), nos associamos a Associação Dell’Arte da nossa cidade, que é uma ONG que dá aulas de teatro, artes mar
ciais e ajuda as bandas da cidade, vamos participar pela terceira vez do Femuca (Festival de música de Catanduva) e... perdemos um integrante. É, isso resume bem.

TBN
- Vocês já pagaram pra tocar? Qual a opinião de vocês sobre isso?
Infane - Sim, sim. Mas hoje evitamos ao máximo. É lamentável. Acreditamos que a culpa seja de todos os envolvidos, bandas que aceitam ser tratadas assim, os pseudo-empresários, as bandas mais famosas, etc. Um exemplo legal é o Dead Fish... que não aceita tocar em eventos que tenha cota de ingressos para as bandas de abertura. A grana que você iria pagar pra abrir um show, tocar em alguma casa ou algo do tipo, pode ser investido na gravação de uma música, ensaio em um estúdio, manutenção dos instrumentos, etc.

TBN - Quais são os projetos de vocês?
Infane - Queremos terminar de gravar o nosso segundo álbum, que se chama “Canções de Amor e Escárnio”, produzir um videoclipe e, quem sabe, conseguir um novo integrante pra banda. Fazer shows sem precisar pagar (de preferência com cachê), etc. Hahaha.

TBN - Deixem os links pra galera acompanhar vocês:
Infane - Twitter: @bandainfane
SoundCloud: soundcloud.com/infane
Facebook: facebook.com/infane


UmSeteUns no programa 'A Hora Hard'

Perdeu o programa 'A Hora Hard' com o a banda UmSeteUns né?!
O TBN dá pra ti esse agrado, assiste aí os meninos fazendo a chalaça, e claro, puxando a brasa pro nosso blogzinho né ow...
Assiste aí e te diverte, de quebra fica sabendo mais sobre esses queridos da UmSeteUns
Pra assistir direitinho, ssegue a ordem aí O SEU MANÉ!!

Parte 1


Parte 2




Parte 3


Parte 4

Entrevista com Caju Hassen, banda Venezi


Nunca, na história desse blog, o #tembandanova levou tão a sério seu nome! Banda extremamente nova, a Venezi figura aqui após pouco mais de um mês do seu lançamento.
Em meio a analgésicos e antitérmicos, esta que vos escreve entrevistou o vocalista Caju Hassen, que nos contou um pouco mais sobre a banda, seu surgmento, suas referêncas e essa nova proposta de som.

TemBandaNova - Primeiro apresenta pra gente a formação de banda e suas funções! :)
Caju Hassen - Certo, Caju - Vocal, Cahh - Baixo, Rafa - Batera, Verzê - Guitarra e Mah- Guitarra.
 
TBN - A Venezi surgiu agora em abril de 2011. Antes vocês já tinham algum projeto juntos?
Caju Hassen - Sim, tinhamos uma banda que chamava Efeito WoW, com formação um pouco diferente.

TBN - E com o surgimento da Venezi, o som de vocês veio com uma proposta diferente?
Caju Hassen - Sim, querendo atingir um público maior e reduzir as fronteiras lançamos um estilo próprio e inovador com o nome de NewSchool.

TBN - E como é esse estilo NewSchool que vocês trazem?
Caju Hassen - É um rock atual porém fugindo do clichê. Basicamente reune nossas influências e transforma em músicas expressivas, enérgicas e que tragam sentido para os ouvintes.

TBN - 'Fugindo do clichê' sera pisando fora desse aquário colorido que virou o cenário nacional então?
Caju Hassen - Sim.

TBN - Tu falou ali sobre uma reunião de influências dos integrantes da Venezi, quais seriam essa influências?
Caju Hassen - Certo, vou dar uma resumida: Avenged Sevelfold, Nirvana, Blink 182, A day to Remember, Metallica, Mxpx, Green day, Audioslave, entre outras.

 TBN -  Por que do nome Venezi?
Caju Hassen - Venezi de acordo com a numerologia significa Luz, Divindade e Esperança. A palavra não existe, na verdade queriamos colocar um nome de cidade, dai pensamos em Veneza, porém por alguns motivos não rolou, então a Cahh (Baixista) pensou em Venezi e como é um nome forte gostamos e ficou. Haha.

TBN - Vocês tem ape as aquelas músicas que estão no myspace?
Caju Hassen - Então, gravamos 6 mas estamos lançando aos poucos. Temos também clipe e web-clipe, e ai vamos lançando material aos poucos.

TBN - E como surgiu essa ideia da Venezi visitar as escolas? É um projeto bem bacana e até então quase que inédito.
Caju Hassen - Eu sempre tive essa vontade na verdade, adoro crianças e trabalhos sociais me encantam, então levo o que sei fazer pra quem quer me ver fazer. As crianças passam uma energia enorme e um carinho mto massa mew, é mto gratificante!

TBN - E como são essas visitas? Como as crianças recebem vocês?
Caju Hassen - Com muito carinho, os olhinhos delas brilham. É muito legal.

TBN - Mas então, quais são os próxmos passos da Venezi?
Caju Hassen - Bom, ainda estamos ensaiando para ficarmos com o show pronto pois a banda ainda é muito nova e estamos preparando shows diferentes dos padrões normais, para que o show seja realmente um espetáculo e não um simples show, pq músicas as pessoas podem ouvir no myspace..mas show tem que ser algo diferente. Depois terminar de lançar nosso EP  #Renovar, lançando nosso clipe e web clipe e todo nosso material e ai então fazermos shows por todo o país.

TBN - Pelo jeito a banda vai longe viu! Pelo teaser e pela apresentação da banda nos vídeos, rola um ar de super produção por aí...
Caju Hassen - Obrigado. Estamos trabalhando muito para que isso aconteça, para que não seja apenas uma expectativa e sim uma realidade.

TBN - Então deixa um convite pra galera continuar acompanhando a banda
Caju Hassen - a melhor frase que traduz a banda: Ouça e faça seu corpo sentir necessidade de ver, de ouvir, de ser VENEZI. Intão continuem acompanhando nossas novidades.
Central Venezi => http://venezi.tumblr.com
Para ouvir => www.myspace.com/bandavenezi
Para curtir => www.facebook.com/bandavenezi
Para interagir => www.facebook.com/venezioficial 
Para seguir => www.twitter.com/venezioficial
Para contatos => venezioficial@hotmail.com

TBN - E pra Venezi, o #tembandanova se coloca sempre a disposição, pq acredita nas bandas com essa força e com essa vontade que vocês tem. O espaço aqui tá sempre aberto pra vocês!
Caju Hassen - Muito Obrigado Lu =)
Vamos levar essa parceria adiante #Tamojunto!


CLUB Responde. - Banda CLUB

Vídeo feito pelos meninos da banda CLUB, de Goiás, respondendo as perguntas que as fãs fizeram na comunidade do Orkut.



Mas nem tudo é bonitinho e certinho assim... As vezes tem uns flash meio loucos nisso tudo. Bora dar umas risadas com o making off?