Especial Foo Fighters pela UmSeteUns
Novidade quentinha!
Nesta sexta-feira, 02/09/11, a UmSeteUns (Criciúma-SC) vai realizar o pedido antigo de um enorme número de fãs: o Especial Foo Fighters!
Os vencedores do último VMA (com o clipe de "Walk"), que são considerados por muitos a maior banda de rock da atualidade, dão a certeza de um repertório pra horas de diversão. Não há quem não conheça um dos hits como "Learn to Fly", "Breakout" ou "Times like these".
A homenagem vai rolar no Ventuno Pub (Urussanga-SC), e a festa começa as 22h.
Antecipados em Criciúma, Cocal do Sul, Urussanga, Orleans, Tubarão e Braço do Norte - a preços mais que convidativos ($10 feminino e $15 masculino).
IMPERDÍVEL!!!
VMB anuncia os indicados da edição 2011 do prêmio
17ª edição da premiação musical da MTV volta a ter juri após 4 anos.
A MTV divulgou nesta sexta-feira (26) os indicados ao 17ª Video Music Brasil (VMB), premiação musical da emissora. A maior novidade deste ano é que, das 11 categorias, sete serão eleitas por um júri formado por jornalistas, artistas, cineastas e formadores de opinião.
No ano passado todas as categorias tinham voto popular e o Restart se sagrou vencedor em todas que disputou. Neste ano, a banda não tem nehuma indicação - os cantores Marcelo Jeneci e Criolo, por outro lado, têm cinco cada.
A votação popular será aberta em 29 de agosto no portal do canal. Já a premiação acontece no dia 20 de outubro, em São Paulo.
Categorias votadas pelo juri:
Melhor disco
Cavalera Conspiracy – "Blunt force trauma"
Criolo – "Nó na orelha"
Marcelo Camelo – "Toque dela"
Marcelo Jeneci – "Feito pra acabar"
NX Zero – "Projeto paralelo"
Melhor música
Criolo – "Não existe amor em SP" (Criolo)
Marcelo Camelo – "Ôô" (Marcelo Camelo)
Marcelo Jeneci – "Feito pra acabar" (Marcelo Jeneci / Paulo Neves / Zé Miguel Wisnik)
Marina Lima (part. Samuel Rosa) – "Pra sempre" (Marina Lima / Samuel Rosa)
NX Zero (part. Emicida, Yo-Yo e Dj King) – "Só rezo 0.2" (Di Ferrero / Gee Rocha / Emicida / Yo-Yo)
Melhor capa
Copacabana Club – "Tropical splash" (arte: Rimon Guimarães)
CSS – "La liberación" (arte: Lovefoxxx)
Garotas Suecas – "Escaldante banda" (arte: Greg McKeighan)
Kassin – "Sonhando devagar" (arte: Philippe Leon)
Tiê – "A coruja e o coração" (arte: Rita Wainer)
Revelação
Apanhador Só
Criolo
CW7
Marcelo Jeneci
Tulipa Ruiz
Aposta
Karol Conká
O Lendário Chucrobillyman
Rancore
Start
Tono
Clipe do ano
Criolo – "Subirusdoistiozin" (direção: Tom Stringhini e Alexandre Casagrande)
Emicida – "Então toma" (direção: Fred Ouro Preto)
Garotas Suecas – "Banho de bucha" (direção: Arthur Warren e Suza)
Jota Quest – "É preciso (A próxima parada") (direção: Conrado Almada)
Lurdez da Luz – "Andei" (direção: João Solda)
Mallu Magalhães – "Nem fé nem santo" (direção: Fabrício Pires Bittar de Carvalho)
Mombojó – "Antimonotonia" (direção: Fernando Sanches)
Móveis Coloniais de Acaju – "O tempo" (direção: Steve ePonto)
Pitty – "Só agora" (direção: Ricardo Spencer)
Thiago Pethit – "Nightwalker" (direção: Vera Egito e Renata Chebel)
Artista do ano
Criolo
Emicida
Marcelo Camelo
Marcelo Jeneci
NX Zero
Categorias votadas pela audiência:
Webclipe
A Banda Mais Bonita da Cidade – "Oração"
Banda Uó – "Shake do amor"
Ecos Falsos – "Spam do amor"
Móveis Coloniais de Acaju – "O tempo"
Skank – "De repente"
Webhit
"Larica dos Muleke"
"Magali Carioca"
"Phoenix de Ribeirão"
"Sou foda"
"Friday, versão Inri Cristo"
Hit do ano
CW7 – "Me acorde pra vida"
Emicida – "Rua Augusta"
Fake Number – "Primeira lembrança"
Flora Matos – "Pretin"
Forfun – "Quem vai, vai"
Fresno – "Eu sei"
Marcelo Jeneci – "Felicidade"
NX Zero – "Onde estiver"
Rancore – "Jeito livre"
Start – "Que vença o Melhor
Artista internacional
Adele
Arcade Fire
Beastie Boys
Beyoncé
Britney Spears
Foo Fighters
Kanye West
Katy Perry
Lady Gaga
Strokes
Em: G1
Shows não convencionais para um público bem diferente…
Banda de rock The Kira Justice investe em shows para um público bem diferente: fãs de seriados, animações japonesas e RPG. E, com essa função, já rodaram boa parte do país.
Com integrantes dos Bairros Ipanema, São José e Nonoai, na Capital, o grupo The Kira Justice costuma se apresentar em lugares não muito convencionais. já tocaram em vários festivais no Rio Grande do Sul, em São Paulo, no Amazonas, Espírito Santo e no Paraná em encontros de fãs de animações japonesas – como Pokémon, Dragon Ball e até do clássico seriado Chaves – seriados e RPG. Nestes eventos, os fãs vão fantasiados de seus personagens favoritos.
– Já se imaginou indo a um show de rock para curtir músicas de sucessos da TV que marcaram a nossa geração, como a abertura de desenhos como Pokémon e Dragon Ball, a Marcha Imperial de Star Wars, ou ainda a emblemática música Jovem Ainda, do Chaves? É o que nós fazemos. E tocamos, também, canções próprias e que acabam tendo inspiração neste universo – comenta Matheus, vocal e guitarra do grupo.
Tem gatinhas nesse meio
Outro detalhe curioso da banda é o fato de ter duas meninas entre os integrantes – algo raro no meio roqueiro: Alice (baixo) e Sarisa (vocalista). As gurias contam que o preconceito vem diminuindo e que a banda tem diversas vantagens com o público por conta disso.
– Acaba sendo um chamariz bacana, ter duas gurias na banda. E eu ainda toco bateria em uma canção, o que também é raro. Poucas mulheres se dão bem na bateria. Isso chama a atenção dos fãs – comenta Sarisa.
Em 2010, essa galerinha faturou, via voto popular, o prêmio de melhor banda nacional no Animix Awards, um dos mais importantes prêmios para reconhecer bandas que tocam neste tipo de evento. Surgida em 2007, a The Kira Justice já tem cerca de 10 músicas próprias gravadas. Dentre elas, A Promessa, Contando Estrelas e Gravidade.
Ainda integra a The Kira Justice Rafa (baterista).
Fonte: Escuta Essa
Com integrantes dos Bairros Ipanema, São José e Nonoai, na Capital, o grupo The Kira Justice costuma se apresentar em lugares não muito convencionais. já tocaram em vários festivais no Rio Grande do Sul, em São Paulo, no Amazonas, Espírito Santo e no Paraná em encontros de fãs de animações japonesas – como Pokémon, Dragon Ball e até do clássico seriado Chaves – seriados e RPG. Nestes eventos, os fãs vão fantasiados de seus personagens favoritos.
– Já se imaginou indo a um show de rock para curtir músicas de sucessos da TV que marcaram a nossa geração, como a abertura de desenhos como Pokémon e Dragon Ball, a Marcha Imperial de Star Wars, ou ainda a emblemática música Jovem Ainda, do Chaves? É o que nós fazemos. E tocamos, também, canções próprias e que acabam tendo inspiração neste universo – comenta Matheus, vocal e guitarra do grupo.
Tem gatinhas nesse meio
Outro detalhe curioso da banda é o fato de ter duas meninas entre os integrantes – algo raro no meio roqueiro: Alice (baixo) e Sarisa (vocalista). As gurias contam que o preconceito vem diminuindo e que a banda tem diversas vantagens com o público por conta disso.
– Acaba sendo um chamariz bacana, ter duas gurias na banda. E eu ainda toco bateria em uma canção, o que também é raro. Poucas mulheres se dão bem na bateria. Isso chama a atenção dos fãs – comenta Sarisa.
Em 2010, essa galerinha faturou, via voto popular, o prêmio de melhor banda nacional no Animix Awards, um dos mais importantes prêmios para reconhecer bandas que tocam neste tipo de evento. Surgida em 2007, a The Kira Justice já tem cerca de 10 músicas próprias gravadas. Dentre elas, A Promessa, Contando Estrelas e Gravidade.
Ainda integra a The Kira Justice Rafa (baterista).
Fonte: Escuta Essa
'Chegamos a festivais estrangeiros enviando e-mail', diz músico do Holger
Marcus Vinícius Brasil
G1, São Paulo
O quinteto paulistano de rock Holger alcançou em 3 anos o objetivo (às vezes sonho) de muitas bandas. Começaram tocando em pequenas casas noturnas de São Paulo, em 2008, excursionaram pelo país, se apresentaram em festivais por aqui, e – a glória! – em palcos internacionais. Tudo sem ajuda de uma grande gravadora, “enviando e-mails”.
Seus relatos, acertos e enganos que cometeram nos primeiros shows, ajudam a entender as dificuldades pelas quais uma banda passa quando ainda não tem experiência. Suas dicas são valiosas para jovens que não querem ter uma guitarra roubada durante a desmontagem do palco ou passar maiores constrangimentos em frente ao público.
O 1º show do Holger foi num clube noturno paulistano chamado Livraria da Esquina. A casa está localizada na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo, é pequena e conta com um palco modesto. “Conhecíamos o pessoal de lá e conseguimos organizar um pequeno festival, exibimos curtas, fizemos uma exposição de fotos”, conta Pedro “Pepe” Bruno, 24 anos, um dos integrantes.
Criatividade pode ajudar. Eles já usaram balões amarrados ao microfone e um boneco de urso em alguma das apresentações. Improviso também, caso do banho de cerveja sobre o palco (eles dizem que o público gostou nas vezes em que aconteceu). Assistir a shows de bandas mais experientes sempre ajuda.
“É importante frequentar as casas, conhecer as pessoas e o tipo de som que toca em cada lugar. No começo fomos enviando e-mails com nossa demo”, diz Pedro. Para conseguir esse tipo de contato, saem na frente grupos que têm bom relacionamento com a equipe de clubes. Ser um frequentador constante faz a diferença.
Depois há outra dica essencial, dada por Marcelo “Tché” Vogelaar, 23. Ter material gravado, um CD ou página na web com algumas faixas, para mostrar aos organizadores. Não precisa ter acabamento profissional. “Esses caras recebem mil e-mails por dia, então você precisa ter alguma coisa para mostrar”, diz.
A tática garantiu as primeiras datas do grupo, sempre em clubes da cena alternativa da cidade: Milo Garage, Funhouse, Berlin... No começo, o repertório era enxuto. Tinham apenas 6 músicas e garantem que, com pelo menos 4 faixas, já dá para começar a tocar ao vivo. Aos poucos, foram incluindo material novo.
Bernardo Rolla, 26, outro integrante, fala sobre como organizar esse repertório. “É muito importante escrever a setlist [lista das músicas] antes do show. Não tem nada mais tosco para uma banda que parar no meio da apresentação enquanto combina qual vai ser a próxima música”, diz. E ainda oferece outro conselho rápido: “prenda bem a cinta da guitarra!” De preferência, tenha uma fita adesiva à mão.
Cachê e cuidado com equipamento
É natural que o dinheiro pago pelas casas nos primeiros shows seja pequeno... Se a divulgação for boa, vale tocar de graça. Ou recebendo o suficiente para uma rodada de cerveja aos amigos que foram prestigiar seu desempenho (nem sempre é fácil). “Chame colegas, mãe, pai... Faça de tudo para não tocar para uma plateia vazia”, recomenda Marcelo “Pata” Altenfelder, 24 anos.
Os músicos lembram que, depois de um tempo, passaram a reconhecer rostos à beira do palco, sinal de que tinham até fãs!
“Uma coisa essencial é pedir a opinião das pessoas depois do show”, diz. Os membros do Holger sugerem que, depois de guardar os equipamentos (passo importante para não ser roubado e tomar prejuízo), você se junte ao público e pergunte o que as pessoas acharam. E se tudo sair errado numa noite, não se preocupe. Toda banda de rock tem dias ruins.
Seja profissional
O músico e produtor Sérgio Ugeda, 30 anos, já trabalhou agenciando bandas, inclusive em festivais internacionais, como o South by Southwest, no Texas (em que o Holger tocou). Na opinião dele, força de vontade e iniciativa ajudam, mas é preciso mais.
“Só enviar e-mail não funciona. Você precisa se aproximar de pessoas que conheçam organizadores, gente que entenda a banda. É através dessas pessoas que você acaba encontrando o caminho. Comunicação é importante, e o Holger é bom nisso.”
Ele avisa, por exemplo, que é preciso de algum dinheiro em caixa para começar. “Não vão pagar sua viagem, estadia. Então, para o começo, eu recomendo que a banda procure fazer shows em sua região.” E, sempre que possível, colocar todo tipo de acordo no papel.
“Você precisa tornar a relação o mais profissional possível. Quando der, assine contratos. E trabalhe apenas com alguém em que você confie muito, sempre.”
Radiohead coloca íntegra na web da gravação de 'The king of limbs'
Faixas como 'Little by little' são tocadas em arranjos ligeiramente diferentes.
Álbum, oitavo da banda inglesa, foi lançado em fevereiro deste ano.
Entre elas, "Feral", "Little by little" e "Lotus flower", todas com arranjos ligeiramente diferentes daqueles ouvidos no disco. Também apresentam duas faixas que não estão no trabalho: "The Daily Mail" e "Staircase".
O vídeo estará disponível no YouTube por tempo limitado. A apresentação deveria estrear em julho na TV inglesa, mas foi adiada por problemas nas negociações com a emissora que faria a transmissão.
"The king of limbs" saiu em fevereiro deste ano e é o oitavo álbum de estúdio do Radiohead. Ele foi lançado em formato digital, além de CD e vinil.
Fonte: G1
#Clamor pela Feira da Musica de Fortaleza
Este ano a Feira da Música realiza sua 10ª edição, nos dias 17 a 20 de agosto, com mais de 30 apresentações musicais, valorizando a cena musical independente. Além do Encontro Internacional de Música com oficinas e painéis, pensando a música como forma de mobilização política, propondo debates, desde a sustentabilidade dos festivais e gestão de negócios, passando pelo ativismo digital e a geração pós rancor, que este ano mobilizou através da internet, marchas em todo o país.
No palco da feira pioneira do Brasil, já se apresentaram mais de 4 mil músicos, em mais de 650 shows, com mais 663 expositores movimentando a cadeia produtiva da música, e mais de 35 mil pessoas a cada edição. Estes números mostram que a Feira da Música de Fortaleza é o evento mais representativo no setor , sempre oferecendo a programação inteiramente gratuita para o público visitante.
No entanto, três dias antes do evento acontecer, a Feira recebe a notícia de que o convênio com a FUNARTE não poderia mais ser homologado, o que gera um corte significativo no seu orçamento. O artigo 20 da Lei de diretrizes orçamentárias proíbe a celebração de convênios entre os órgãos públicos e as entidades privadas (ongs e associações). Desta forma, a realização dos convênios só é possível através dos órgãos governamentais, como as Secretarias de Estado e Municípios.
Acreditamos que esta determinação “legal” está causando imensos prejuízos à cultura brasileira, em especial, às entidades culturais sem fins lucrativos, que mesmo com toda a documentação regularizada e sem qualquer pendência na prestação de contas dos convênios celebrados anteriormente, estão impedidas de propor projetos e receber novos recursos do MINC – Ministério da Cultura, através do FNC – Fundo Nacional de Cultura.
Embalados por uma motivação colaborativa que está se espalhando por todo o país, a Feira da Música de Fortaleza lançou o “Clamor Manifesto” que está disponível em uma plataforma de CrowdFounding, chamado CATARSE. Através desta plataforma, a Feira da Música está atraindo colaboradores em todo o território nacional para atingir ou ultrapassar a meta de 20 Mil Reais.
Assista Clamor, vídeo feito para o Manifesto
Avaliamos a necessidade desta ação por 3 motivos:
Fortalecer as redes colaborativas dentro da própria Feira da Música como saída para o corte;
Repensar o artigo 20 da Lei de Diretrizes Orçamentárias;
Mostrar a força das redes, principalmente como a do Circuito Fora do Eixo como fonte mobilizadora e agregadora.
Sugerimos o apoio ao projeto “ Clamor Manifesto” - Feira da Música de Fortaleza que está recebendo colaborações no site http://www.catarse.me/. Clique aqui e veja o projeto completo.
Para maiores informações:
fone: 85 3262 5011




